Sejam Bem vindos

Aqui você encontrará um pouquinho de tudo...
Espero que gostem ..

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Dicas para Cotovelos Ressecados

Conheça Dicas para Cotovelos Ressecados. É hora de cuidar dos cotovelos ásperos. Tente este método de tratamento para os cotovelos antes de dormir 1 vez por mês.
Imagine que você gasta uma fortuna em cosméticos e salões de beleza. Você cuida de cada parte do seu corpo – da área sob os olhos às cutículas das unhas. Mas será que você tem se lembrado do seu cotovelo? Pois é, muitas vezes nos preocupamos com tantas coisas de beleza que acabamos esquecendo de outras. 



É hora de cuidar dos cotovelos ásperos. Tente este método de tratamento para os cotovelos antes de dormir pelo menos uma vez por mês.

Dicas para Cotovelos Ressecados


Como suavizar Cotovelos Ásperos



Com muito cuidado coloque três colheres de sopa de vaselina em uma panela e esquente um pouco apenas para se tornar líquido. Tome cuidado para retirá-lo do fogo, pois ela pode pegar fogo. Coloque  a panela de lado para esfriar.


Esfoliação

Use um pouco de sabonete líquido de boa qualidade de preferência um sabonete que tenha hidratante junto e misture uma colher de chá de açúcar cristal, misture bem para que o sabonete fique granulado para começar a esfoliação. Depois pegue uma bucha vegetal e coloque o sabonete que você misturou com o açúcar. Em seguida com oscotovelos molhados, faça movimentos suaves e circulares por cerca de cinco minutos em cada cotovelo. Enxágüe bem e seque com uma toalha macia.




Tratamento com Café
Misture uma colher de sopa de borra de café com um quarto de copo de sabão de glicerina líquida. Molhe os cotovelos com água morna e esfregue a mistura de pó de café e sabão de glicerina. Enxágue com água e seque os cotovelos com uma toalha macia. Verifique se a vaselina líquida está fria o suficiente para você não se queimar. Passe a vaselina nos cotovelos com cuidado fazendo movimentos circulares e suaves. Repita este procedimento uma vez por mês. Você vai precisar de um tratamento diário para os cotovelos ásperos
Diariamente você pode usar um hidratante pela manhã e à noite antes de dormir. Use hidratantes como por exemplo Vasenol que possui uma boa quantidade de vaselina, para começar a hidratar a pele todos os dias. Incluindo esse cuidado na sua rotina de beleza, em poucos meses você terá seu cotovelo com pele macia e delicada novamente.Dicas para Cotovelos RessecadosDicas para Cotovelos Ressecados




Fonte:paperblog


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Cuidados especiais com as crianças durante o tempo seco

 Especialistas explicam que, por serem as mais afetadas com este clima, crianças devem ter cuidados redobrados.






Nos últimos três dias, São Paulo registrou números de umidade relativa do ar abaixo dos 20%, colocando a cidade em estado de atenção. O índice se assemelha aos números do Deserto do Saara. No Rio de Janeiro, algumas cidades chegaram a menos de 30%, número muito abaixo do normal para localidades perto do litoral. Neste cenário, a saúde de todos, principalmente a das crianças, pode ficar prejudicada.
De acordo com o otorrinolaringologista Olavo Mion, a umidade relativa do ar ideal seria de 80%. Ele explica que o corpo de um adulto consegue se adaptar sem dificuldades até os 40%. “Mas abaixo de 50% já é mais difícil para uma criança se adaptar”, diz. O pediatra e nefrologista Sylvio Renan, autor do livro “Seu Bebê em Perguntas e Respostas – Do Nascimento aos 12 meses” (MG Editores), afirma que as duas principais preocupações com a saúde da criança durante o tempo seco são relacionadas à hidratação e a possíveis problemas respiratórios.
“A pele também sofre bastante”, completa Renan, que também aponta para o intestino e os olhos como dois órgãos afetados pelo clima seco. “Com a falta de água, o organismo tende a aproveitar água do intestino, o que causa um ressecamento”, explica. Por isso, nunca é demais lembrar: “O importante mesmo é tomar muita água”, enfatiza o pneumologista infantil e professor de Especialidades Pediátricas da Unifesp, Gilberto Petty. Petty afirma que, no caso das crianças, além de oferecer água, os pais devem dar o exemplo e mostrar para elas que também se hidratam. Não espere a criança pedir: “Quando a pessoa sente a sede, ela já está desidratada”.
As mães que amamentam devem tomar um pouco mais de cuidado, avisam os especialistas. Como o bebê até seis meses não pode tomar água, toda a sua hidratação depende do leite materno. Assim, a mãe precisa tomar mais cuidado com a sua própria hidratação.
Para os ambientes, os especialistas indicam o uso de umidificadores, bem como toalhas molhadas nas extremidades de portas e janelas ou até mesmo de bacias com água nos ambientes a serem umidificados.
O que os especialistas indicam: 7 dicas para proteger as crianças do tempo seco
1. Beber muita água. Olavo Mion diz que, para as crianças, é bom que seja dado um copo pequeno de água a cada hora. Para mães que estão amamentando, Sylvio Renan diz que a indicação é a mesma.
2. Lavar o nariz com soro fisiológico. De acordo com os especialistas, esta é uma prática que se mostrou bastante eficaz para hidratar as vias nasais. “Pode usar umas seis vezes por dia, no mínimo”, explica Sylvio Renan. “Quanto menor a criança, maior a obstrução dos canais nasais, por isso, maior a preocupação”, completa.
3. Usar colírio ou soro fisiológico nos olhos com frequência. Apesar das crianças não sofrerem tanto com os olhos secos, a poluição pode prejudicá-los. Use colírio ou soro fisiológico para limpá-los.
4. Passar hidratantes apropriados na pele. A pele das crianças também resseca durante o tempo seco, por isso os especialistas aprovam o uso de hidratantes especiais, principalmente nas extremidades – como cotovelos e joelhos – que tendem a ficar mais secas.
5. Evitar passeios e esportes ao ar livre. Apesar do sol fazer bem para os bebês, Olavo Mion explica que este tempo não é indicado para levá-los para fora de casa. “Quando a umidade fica abaixo de 30%, é melhor manter as crianças em ambientes com a umidade controlada”, diz.
6. Manter os ambientes umidificados e evitar o uso de ar condicionado. Os especialistas explicam que atitudes simples, como deixar uma bacia com água no quarto da criança ou colocar toalhas molhadas nas extremidades de janelas e portas, faz diferença na umidificação do ambiente.

7. Limpar e desligar os umidificadores na hora certa.
 Os umidificadores são bastante eficazes, mas não podem ficar ligados a noite inteira. “Se o ar está úmido demais, pode criar bolor na parede”, explica Gilberto Petty. Além disso, é de extrema importância que o aparelho seja limpo com cloro pois tende a criar fungos e bolores, algo que também faz mal para as vias respiratórias da criança, avisa Sylvio Renan
.
fonte: IG.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Cuidados especiais com as crianças no inverno



Com a chegada do inverno, é preciso redobrar os cuidados com a saúde de bebês e crianças. As infecções respiratórias são a principal causa do aumento na procura por atendimento em clínicas, hospitais e postos de saúde, mas casos de desidratação também são comuns. É preciso ficar atento à alimentação e aos agasalhos. Poucas roupas ou roupas demais podem prejudicar a saúde dos pequenos.
“Em crianças, a incidência de infecções respiratórias é maior no inverno por ficarem expostos em ambientes fechados”, afirma o médico pediatra Márcio Donegá. “O ideal é manter a criança em ambiente ventilado e com exposição natural de luz. Nesses espaços, os vírus e as bactérias se proliferem com maior dificuldade”, aponta ele.
Nos dias mais frios, agasalhar bem as crianças é muito importante. Blusas de lã, gorros, toucas e mantas ajudam a manter crianças e bebês aquecidos e são necessários porque eles não têm as mesmas defesas que um adulto tem para lidar com as temperaturas baixas. Mas excessos devem ser evitados em ambientes internos. “É bom ter o bom senso quanto ao uso de agasalhos. Dentro de casa, por exemplo, não há necessidade de a criança usar várias blusas. O uso de mais roupas é aconselhado quando a criança vai para a escola ou para algum outro ambiente externo”, afirma Donegá.
Roupas demais, no entanto, podem ser sinônimo de problemas, alerta o médico. Há crianças que apresentam quadro de desidratação durante o inverno causada por sudorese excessiva devido ao uso de agasalhos e pela falta de ingestão de líquidos.
É natural que no inverno o consumo de líquidos seja menor, mas os pais devem estar atentos e oferecer com maior freqüência água e sucos às crianças. O pediatra lembra ainda que a ingestão de líquidos ajuda não só na hidratação, mas também auxilia na expectoração de secreções. Quando em excesso, as secreções tornam-se um meio satisfatório para a proliferação de micróbios causadores das doenças respiratórias.
Outro ponto importante são as atividades físicas. Assim como acontece com os adultos, quando a temperatura baixa, é comum cair também o ritmo das atividades físicas das crianças, que acabam ficando mais tempo dentro de casa. Mas o pediatra ressalta que crianças habituadas a praticar esportes devem manter a rotina de exercícios durante o inverno. “O inverno não é um empecilho para a prática de atividades físicas”, afirma Donegá. Os exercícios, segundo ele, são uma excelente alternativa para o condicionamento respiratório das crianças e também uma forma de manter o corpo aquecido, sem a necessidade de várias blusas e agasalhos.
A nutricionista Daniela Accorsi concorda e acrescenta que as atividades físicas ainda ajudam a queimar calorias. “Como as crianças ficam grande parte do dia confinadas em casa e podem comer mais, as atividades físicas e brincadeiras são formas de gastar as calorias ingeridas em excesso.”

Consumo de carboidratos deve ser controlado
No inverno, é natural que o organismo exija maior quantidade de alimentos para manter a temperatura corpórea. Mas isso não quer dizer que esse hábito tenha de acontecer de forma abusiva, como aponta a nutricionista Daniela Accorsi. Ao contrário do que muitos pensam, ela não vê por que mudar o hábito alimentar das crianças no inverno, incluindo na dieta uma quantidade maior de carboidratos. “É comum os pais substituírem sucos e outros líquidos por bebidas feitas à base de leite acreditando assim que estão mantendo a saúde das crianças. O leite é importante, mas não pode ser a única fonte de líquido nessa época do ano”, afirma.
Segundo a nutricionista, a dieta infantil deve ser controlada ao longo de todo ano. Comer mais no inverno, afirma Daniela, não é sinônimo de mais saúde. “Não existe uma dieta especial para o inverno. O consumo de verduras, frutas e sucos deve ser mantido em todas as épocas do ano”, destaca. Ingerir alimentos em excesso, lembra a nutricionista, pode ser prejudicial à saúde se a criança tiver tendência para ganhar peso. “Ainda mais nessa época do ano em que elas geralmente diminuem as atividades físicas e ficam a maior parte do tempo em casa”, ressalta.
Para manter a alimentação infantil em dia, Daniela sugere que os pais estimulem o consumo de frutas da época, que são as cítricas, como laranja e tangerina. “Essas frutas são ótimas fontes da vitamina C, que fortalecem as mucosas do organismo e estimulam o sistema imunológico, prevenindo o aparecimento de doenças”, diz a nutricionista. “E o consumo de frutas deve ser complementado com a ingestão de outros líquidos, pois assim facilita a secreção”, completa.

Intoxicações são mais freqüentes em crianças
O Brasil registrou 479 mortes em 108.405 casos de intoxicação por substâncias tóxicas em 2007. Os dados foram registrados por 30 Centros de Informação e Assistência Toxicológica espalhados por todas as regiões do País, que integram o Sistema Nacional de Informações Tóxico Farmacológicas (Sinitox). Apesar da maior parte das instituições se concentrar nas regiões Sul e Sudeste, o mapeamento é um reflexo da contaminação por substâncias químicas no Brasil. Nesse espelho, observa-se, por exemplo, a prevalência de ocorrências (22%) na faixa etária entre um e quatro anos de idade.
De acordo com a coordenadora do Sinitox, Rosany Bochner, os números são uma amostra das ocorrências nacionais. “O estudo aponta várias questões indicadas na literatura e perceptíveis em cada região”, diz. Rosany relaciona a facilidade de compra de medicamentos com os índices de contaminação. “Há uso e venda indiscriminada de remédios hoje em dia, além da automedicação. Por isso, eles aparecem sempre como causa número um”, afirma.
A pesquisa corrobora a afirmação de Rosany, e os medicamentos dominam os índices de intoxicação no País.
Risco é maior entre 1 e 3 anos de idade
Os números comprovam que crianças entre um e três anos de idade são a faixa etária de maior risco. Das 108 mil ocorrências, aproximadamente 24 mil aconteceram nessa faixa etária. “É a idade em que a criança explora tudo pela boca. Ela ainda não tem capacidade de discernir o que é cada coisa. Como estão em uma fase de descobertas, acabam confundindo um produto de limpeza com suco ou refrigerante”, explica Alessandra Françóia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura. Dados da instituição apontam para 81 vítimas de intoxicação em 2006.

Fonte: Jornal de Londrina